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Ação conjunta retira lixo da casa de acumulador em Samambaia

Cerca de 2 toneladas de lixo foram recolhidas do espaço e encaminhadas para o


Cerca de 2 toneladas de lixo foram recolhidas do espaço e encaminhadas para o Serviço de Limpeza Urbana (SLU)

Caixas, roupas, latas, vasilhas, móveis e outros itens em excesso foram retirados da casa de um acumulador na QR 615 de Samambaia, nesta quarta-feira (31). A ação era uma demanda antiga da vizinhança e, desde 2022, vinha sendo negociada com o morador por agentes da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Cerca de 2 toneladas de lixo foram recolhidas do espaço e encaminhadas para o Serviço de Limpeza Urbana (SLU).

O trabalho foi realizado por servidores da Administração Regional de Samambaia, com apoio de dois caminhões trucados. Após a limpeza, os agentes da Vigilância Ambiental fizeram a desratização da casa e a borrifação de inseticida contra o mosquito da dengue com máquina costal.

“Estamos nas ruas verificando os locais e as pessoas que mais precisam de ajuda, para evitar prejuízos à saúde da nossa população”, defende o administrador da cidade, Marcos Leite. “A ação realizada representa apenas 1% do trabalho que estamos desenvolvendo no combate à dengue. Pedimos aos moradores que continuem denunciando, indicando os locais com possíveis focos da doença”, acrescenta.

Segundo a chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental de Samambaia, Giselle Melo, o convencimento do morador foi feito em etapas e tratado como prioridade, tendo em vista os riscos que o acúmulo representava para a saúde pública. “Há anos que os agentes tentavam entrar na residência para fazer a limpeza. Antes, ele não os atendia e nem deixava que entrassem na casa. Até que finalmente conseguiram entrar e fazer o trabalho”, revela.

A casa contribuía com a proliferação do mosquito Aedes aegypti, devido ao tanto de local propício para o acúmulo de água parada

“Naquelas condições, a casa contribuía com a proliferação do mosquito Aedes aegypti, devido ao tanto de local propício para o acúmulo de água parada, como também para o aparecimento de roedores e animais peçonhentos”, explica Melo. “O morador é um homem de 65 anos que não trabalha e, pelo que acreditamos, começou a acumular coisas pensando que poderia conseguir algum dinheiro com isso. Ele foi encaminhado ao Centro de Atenção Psicossocial (Caps) da região”, completa.

Busque ajuda

As pessoas com transtorno de acumulação podem buscar ajuda nas unidades básicas de saúde (UBSs) ou diretamente nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPs). Atualmente, o DF conta com 18 Caps de todas as modalidades distribuídos pelas regiões de saúde. Veja aqui o endereço das unidades.

Todos os cidadãos podem denunciar residências com acúmulo de lixo pela ouvidoria da saúde, disponível no número 160 e no site da Secretaria de Saúde, ou diretamente em um dos 15 núcleos de Vigilância Ambiental espalhados pelo DF. Também é possível registrar a reclamação pela Ouvidoria-Geral do DF, pelo número 162.


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*Com informações de Catarina Loiola, da Agência Brasília



Fonte: JBR

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