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Frida Kahlo – Conexões entre mulheres surrealistas no México

A CAIXA Cultural Brasília apresenta, de 13 de abril a 5 de junho, a exposição Frida Kahlo: Conexões entre mulheres surrealistas no México, que reúne 30 obras da artista mexicana e cerca de 100 obras de outras 14 artistas mulheres nascidas ou radicadas no México. Com entrada franca, a mostra apresenta um amplo panorama do pensamento plástico e o imaginário da artista. A visitação à exposição será feita mediante a retirada de senhas de acesso na bilheteria da CAIXA, a partir de 13 de abril, de 9h às 20h, ou por meio de agendamento no site frida.ingresse.com, já disponível. Tanto no site quanto no local, a retirada de senhas de acesso é limitada a no máximo quatro por CPF.

Idealizada e coordenada pelo Instituto Tomie Ohtake, de São Paulo, a exposição tem o patrocínio da CAIXA, com apoio da Secretaria de Relaciones Exteriores de México (SER), da Embaixada do México no Brasil, do Instituto Nacional de Bellas Artes do México (INBA), do Consejo Nacional para la Cultura y las Artes do México (CONACULTA) e do Conselho de Promoção Turística do México (CPTM). A realização é do Ministério da Cultura e a curadoria é da pesquisadora Teresa Arcq.

Além dos trabalhos de Frida Kahlo – 20 óleos sobre tela e 10 obras em papel, entre desenhos, colagens e litografias – será possível ver de perto obras de María Izquierdo, Remedios Varo, Leonora Carrington, Rosa Rolanda, Lola Álvarez Bravo, Lucienne Bloch, Alice Rahon, Kati Horna, Bridget Tichenor, Jacqueline Lamba, Bona de Mandiargues, Cordelia Urueta, Olga Costa e Sylvia Fein. Todas tiveram relação pessoal com a artista e com o surrealismo, linguagem que melhor traduz o trabalho da mexicana. Ao todo, 136 obras, entre pinturas, esculturas e fotografias, além de documentos, registros fotográficos, catálogos e reportagens, estarão em exposição na CAIXA Cultural Brasília – galerias Principal e Acervo.

A mostra reserva, ainda, surpresas para o público, como uma apresentação de filmes, dedicados à artista e à Alice Rahon, Rara Avis (Bridget Tichenor), Jacqueline Lamba, Leonora Carrington e Remedios Varo; bem como uma litografia assinada por Diego Rivera; além de roupas, acessórios, documentos, registros fotográficos, catálogos e reportagens ligados à mexicana. A mostra de filmes também é gratuita, sujeita à lotação do espaço, e a programação se repetirá nos mesmos horários ao longo da exposição, com os filmes: Alice Rahon (2012), direção de Dominique e Julien Ferrandou, 64 minutos;Rara Avis – Bridget Tichenor (1985), direção de Tufic Makhlouf, 21 minutos; Jacqueline Lamba (2005), direção de Fabrice Maze, 120 minutos; The Life and Times of Frida Kahlo (2005), direção de Amy Stechler, 90 minutos; Leonora Carrington (2011), direção de Dominique e Julien Ferrandou, 107 minutos e Remedios Varo (2013), direção de Tufic Makhlouf, 64 minutos.

Frida e a atmosfera criativa:
Nascida em 6 de julho de 1907, em Coyoacán, México, onde morreu em 13 de julho de 1954, Frida Kahlo pintou, durante toda a sua vida, apenas 143 telas. Das 20 pinturas de Frida expostas na CAIXA Cultural Brasília, seis são autorretratos. A artista aparece ainda em outras duas telas, El abrazo de amor del Universo, la terra (México). Diego, yo y el senõr Xóloti(1933) e Diego em mi pensamiento (1943), além de uma litografia Frida y el aborto (1932). Imagens de Frida Kahlo estão presentes ainda nas fotografias de Nickolas Muray, Bernard Silberstein, Hector Garcia, Martim Munkácsi, e na litografia Nu (Frida Kahlo) (1930), de Diego Rivera, trazidos na mostra.

frida khalo_rodrigo de oliveira-24A confluência dos grupos de exiladas europeias – como a inglesa Leonora Carrington, a francesa Alice Rahon, a espanhola Remedios Varo, a alemã Olga Costa (nascida Kostakovski) e a fotógrafa húngara Kati Horna, além das artistas que vieram dos Estados Unidos, como Bridget Tichenor e Rosa Rolanda, permanecendo no México o resto de suas vidas, e de outras visitantes vinculadas ao surrealismo, atraídas pelas culturas ancestrais mexicanas, como as francesas Jacqueline Lamba e Bona Tibertelli, e a norte-americana Sylvia Fein – favoreceu a atmosfera criativa intelectual e uma completa rede de relações e influências com Kahlo e demais artistas mexicanas. Essa multiplicidade cultural, somada à estratégia surrealista da máscara e da fantasia, permitiram abordar o tema da identidade e de gênero.

Sobre a Curadora:
Historiadora de arte, Mestre em Museologia e Gestão em Arte e em Arte Cinematográfica pela Universidade de Casa Lamm na Cidade do México, Teresa Arcq trabalhou como curadora chefe do Museu de Arte Moderna da Cidade do México entre 2003 e 2006. Foi cocuradora da exposiçãoA Arte de Mark Rothko – Coleção da The National Gallery of Art, e de várias exposições do acervo permanente, destacando-se a de Remedios Varo. A partir de 2007, como curadora independente produziu para o Museu de Arte Moderna da Cidade do México Remedios Varo – Cinco Chaves eAlice Rahon – Uma surrealista no México, que também foi apresentada no El Cubo, em Tijuana. Arcq é professora de História da Arte no Centro de Cultura Casa Lamm, publicou vários ensaios e faz palestras sobre arte moderna mexicana, movimento avant-garde europeu e mulheres surrealistas no México, Estados Unidos, Europa e Ásia.

Serviço:
Exposição Frida Kahlo – Conexões entre mulheres surrealistas no México
Entrada franca (Senhas e marcação disponíveis na bilheteria da CAIXA Cultural Brasília a partir de 13 de abril, das 9h às 20h, e agendamento já disponível no site frida.ingresse.com, limitados a quatro por CPF)
Local: CAIXA Cultural Brasília – galerias Principal e Acervo
Visitação: de 13 de abril a 5 de junho de 2016
Horário: de terça-feira a domingo, das 9h às 21h
Classificação indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: 3206-9448 | 9449

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