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Primeiro dia de folia com o bloco Parece Mas Não É

O bloco é conhecido por misturar músicas improváveis nos mashups e remixes improvisados Está


O bloco é conhecido por misturar músicas improváveis nos mashups e remixes improvisados

Está aberta oficialmente a maratona de carnaval, e os foliões do DF já puderam curtir o primeiro bloco oficial do DF Folia 2024, o Bloco Parece Mas Não É. O festival de fantasias, glitter e muita música boa, aconteceu no Guará II, no Polo de Modas, na galeria A Pilastra. O bloco é conhecido por misturar músicas improváveis nos mashups e remixes improvisados.

 

A abertura da programação carnavalesca organizada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec DF), começou com um bloco descentralizado. Emanoel Brandão, conhecido como Tio Cafona, seu nome artístico, também foi uma das atrações musicais do evento. Ele conta que o bloquinho surgiu em 2022 com algumas manifestações, e em 2023 aconteceu a primeira edição do bloco, que rodou o DF. “A gente está fazendo aqui esse ano a saída oficial, mas a qualquer momento, em qualquer lugar do seu Carnaval, a gente pode estar lá também, então a gente pode estar em outros blocos, hackeando mesmo a cadeia cultural”.

 

O DJ Cabra Guaraná, outro organizador do bloco, e produtor musical, também foi atração do primeiro bloco oficial do carnaval de 2024 de Brasília. “A gente fazia itinerante no começo”. Uma das bandeiras do bloco é justamente descentralizar os eventos culturais que se concentram no Plano Piloto e trazer para as regiões administrativas. “Nós todos aqui somos de cidades satélites, eu sou Taguatinga, então todo mundo que ajudou a organizar o bloco é de algumas cidades satélites, e a gente quer tentar dar uma democratizada no rolê”, comenta. A dj Hanna Amim, que é do Projeto Sapatônicas, abriu o primeiro bloco do Carnaval do DF. O Cabra Guaraná diz com orgulho que eles abriram o carnaval deste ano.

 

O deputado distrital Max Maciel foi conferir o primeiro dia de folia. “Nós vamos rodar todos os bloquinhos descentralizados. Nosso papel aqui é de forma institucional”.Ele explicou que a Comissão de Transporte e Mobilidade Urbana da Câmara Legislativa do DF, está fazendo várias ações no metrô e em alguns terminais de ônibus com a campanha Sem Assédio no Transporte Público. “Claro, também vamos aproveitar um pouquinho dessa festa que é a maior festa popular. Por isso nós estamos aqui nesse bloquinho”. Maciel acredita que esses blocos fora do eixo, são uma forma de reverenciar os territórios descentralizados e suas culturas.


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A foliã Janaina do Vale Lisboa, 40 anos, advogada, mora no Guará e foi curtir o primeiro dia do feriadão no bloco. “É legal que o primeiro bloquinho do Carnaval do DF seja aqui. Eu gostei muito, até porque tudo que eu já fui aqui no Guará é sempre reggae”. O que, ela frisa não ter nada contra, mas é bom ter mais variedade de eventos na região também. Ela reforçou que veio curtir o primeiro dia, mas como ela é concurseira, pretende passar os outros dias do feriado mergulhada nos estudos. “Como esse aqui era do lado de casa e tal, eu resolvi vir”.

 

Os recém casados Ingrid Leão, 24 anos, fonoaudióloga, e Pedro Moutinho, 26, engenheiro civil vieram curtir a lua de mel, depois de terem se casado na última quinta-feira (8). Eles moravam no Guará, mas agora são residentes de Rondonópolis, Mato Grosso faz 8 meses, mas o casamento foi no DF.  “A gente veio passar o carnaval em Brasília. Está super legal o aquecimento”, conta Ingrid. A fantasia do casal foi inspirada em uma música do Arnaldo Antunes, chamada Pedido de Casamento.


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Sofia Rocha Sartorella, 20 anos, é estudante e trabalha na galeria A Pilastra. Ela gosta muito de carnaval e está animada para os próximos dias. No primeiro dia, ela se fantasiou com um vestido de princesa que ela achou na rua e se apaixonou. “Estava no chão e eu achei linda, parecia que uma princesa tinha sido atropelada. Aí peguei, lavei e agora é meu”.

 

Além da folia, do confete e das fantasias presentes nos bloquinhos de carnaval do DF, uma campanha está em curso, chamada Folia Com Respeito. Por um carnaval sem intolerância e preconceito. Estão sendo distribuídos folhetos e adesivos nos eventos carnavalescos da cidade. A ação é assinada por todos os blocos oficiais do DF, com realização do Distrito Drag, e fomento da Secec DF, além de ter o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB DF).


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Fonte: JBR

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