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Segundo Caesb, Mané Garrincha consumiu, sim, 94 milhões de litros de água

De acordo com Caesb, a leitura do hidrômetro do Mané Garrincha está correta, ao contrário do que suspeitava a Terracap. Órgãos tentam descobrir onde foram parar os 94 milhões de litros de água gastos na arena em junho

 As apurações da Companhia de Saneamento do Distrito Federal (Caesb) mostram que a leitura dos hidrômetros do Estádio Nacional Mané Garrincha está correta. Isso significa, segundo a empresa, que, de fato, houve o consumo de 94,2 milhões de litros de água em maio, o que gerou uma conta de R$ 2,2 milhões para a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), estatal que administra o estádio. No entanto, ainda há dúvida sobre o valor que será cobrado. O Governo do Distrito Federal criou uma comissão que vai avaliar para onde foi a água consumida na arena. O grupo será coordenado pelo chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, com participação de representantes da Caesb, Terracap e Novacap.O relatório técnico da Caesb com a perícia dos hidrômetros chegou no início da tarde nas mãos de Sampaio e o grupo, que tem participação de técnicos da Caesb, Novacap e Terracap, terá a primeira reunião nesta quarta-feira, às 17:00. Um novo relatório deve ser entregue em até uma semana. A análise da Caesb não descarta a possibilidade de vazamento ou infiltração na arena, embora, mais cedo, nesta quarta-feira (19/7), a Terracap tenha dito que vistorias não tenham detectado nenhuma anormalidade.

O desafio da Terracap e da Caesb agora é descobrir para onde foi toda essa água. A Caesb deve terminar, ainda nesta quarta-feira, um relatório detalhado que pode conter essa resposta. O mais provável é que o volume tenha ido para a rede de água, encaminhada à rede de esgoto ou mesmo ter acabado se infiltrando no solo, segundo a área técnica da Terracap.

Se houver comprovação de que a água não caiu na rede de esgoto, a conta cai pela metade. No entanto, se o volume tiver sido totalmente consumido, a cobrança permanecerá em R$ 2,2 milhões.

O valor da conta do mês de junho é 67 vezes superior ao gasto médio de água do estádio, que gira em torno de R$ 37 mil por mês. Há dois meses o estádio não recebe jogos de futebol, a última partida ocorreu em 6 de maio, na disputa da final do Candangão entre o Ceilândia e o Brasiliense.

Uma nova investigação nas instalações do estádio será feita ainda hoje. Enquanto isso, o abastecimento de água em toda a arena foi interrompido por tempo ainda indeterminado. “Não vamos trabalhar com especulação, uma empresa especula algo de cá, outra de lá responde outra coisa e ainda não temos uma confirmação”.

A quantidade de água medida em maio poderia abastecer o estádio por cinco anos. Para a Terracap, o consumo desse porte não seria possível, pois o abastecimento das caixas de água é feito manualmente por servidores no local, que controlam o fluxo.”Um consumo como esse deveria causar, no mínimo, alguma tragédia aqui no estádio, no sentido de provocar um vazamento que inundasse a área por vários dias, já que estamos falando de um consumo de cinco anos dentro de um mês”, avaliou o diretor técnico.

 Então, para onde foi a água? 

O desafio da Terracap e da Caesb agora é descobrir para onde foi toda essa água. A Caesb deve terminar, ainda nesta quarta-feira, um relatório detalhado que pode conter essa resposta. O mais provável é que o volume tenha ido para a rede de água, encaminhada à rede de esgoto ou mesmo ter acabado se infiltrando no solo, segundo a área técnica da Terracap.

Se houver comprovação de que a água não caiu na rede de esgoto, a conta cai pela metade. No entanto, se o volume tiver sido totalmente consumido, a cobrança permanecerá em R$ 2,2 milhões.

O valor da conta do mês de junho é 67 vezes superior ao gasto médio de água do estádio, que gira em torno de R$ 37 mil por mês. Há dois meses o estádio não recebe jogos de futebol, a última partida ocorreu em 6 de maio, na disputa da final do Candangão entre o Ceilândia e o Brasiliense.

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