INMETRO… UMA PRESIDENTE ACIMA DE TODOS!!!!

A Presidente do INMETRO não aprende Ângela Flores Furtado, continua criando situações incompatíveis com se cargo e vai causando polemicas e tomando decisões desastrosas junto do Governo Federal, e que, na verdade, somente vem contribuindo negativamente para imagem do Governo Bolsonaro perante os seus eleitores.

A presidente , articulou para promover a redução do período de aferição dos tacógrafos utilizados nos veículos de carga e outros, passando de dois anos para cada 12 meses. Com isso, houve um aumento da arrecadação financeira das empresas privadas.

A Divec, Divisão subordinada diretamente a DConf , é a responsável por essa segmentação. 

Apenas para relembrar que o  PETISTA declarado Gustavo Kuster foi alçado a Diretor da DConf quando da entrada da Sra ÂNGELA FLORES FURTADO, sendo hoje o 02 na hierarquia.

As mudanças foram autorizadas sem qualquer respaldo e justificativa técnica plausível, e pior sequer uma consulta pública para tornar a medida mais transparente para toda a categoria e empresas que dependem da utilização desde equipamento.

A chance de ocorrer um efeito cascata negativo por conta dessa política segmentada é grande, pois o seu custo (aumento do custo do transporte) às empresas será repassado aos consumidores meio e finais.

Assim, deixa de contribuir para um todo e segmenta o lucro para somente aumento de receita das empresas interessadas.

A outra medida polemica e que impacta diretamente na população e a redução da fiscalização dos medidores de combustíveis em postos de abastecimentos, deixando a população brasileira a mercê das irregularidades de alteração de volume, comprovadas em diversos postos de combustíveis.

Isso se traduz na seguinte expressão lógica: o consumidor está pagando por uma quantidade de combustível, e recebendo outra menor no tanque.

Por isso, a política perpetrada pela inibição à fiscalização nos postos revendedores de combustíveis, contribui para o enriquecimento ilícito dos donos de postos de combustíveis, a custa dos consumidores lesados.

A falta de fiscalização provida pela Presidente do INMETRO, também afeta aos consumidores de GLP. Pois, em média, são esses consumidores pessoas mais pobres

O ultimo desastre promovido pela presidente do INMETRO foi determinar a instalação de novo taxímetro no veículo taxi, a fim de acabar com as irregularidades (fraudes) promovidas, porém, denota-se disso falta de gestão, já que o estudo realizado para aplicação da Portaria nº 338/2019 não foi adequado tecnicamente, sendo a comprovação da falha grosseira pela veiculação de reportagem pelo jornal local da Rede Globo (RJ TV), que a fraude continua e que o novo taxímetro não evidencia a eficácia técnica necessária para combater a fraude.

Novamente se percebe, que as empresas privadas iram lucra com a venda do novo equipamento, e os taxistas serão lesados, haja vista que o equipamento não terá a eficiência técnica necessária para combater a fraude. O Taxímetro antigo que foi aprovado e aferido pelo INMETRO em gestão anteriores, e agora na gestão da Sra. Angela Flores, quer trocar pelo novo taxímetro que não inibe fraude! Percebe-se que a omissão do INMETRO na fiscalização contribui para lesar o consumidor.

Estes entraves que vem ocorrendo e estão ocorrendo, a presidente do INMETRO a Sra. Angela Flores, acaba não conseguindo retificar tecnicamente, atrasando a política de abertura do governo Bolsonaro, estabelecida pelo Ministério da Economia.

A gestão da Sra Angela Flores, no INMETRO, não está contribuindo positivamente com a política do Governo Bolsonaro e tão pouco facilitando o dia a dia das empresas no Brasil e dos consumidores, como pode ser verificado nos assuntos abordados acima.                                                           

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Inmetro se apresenta como uma das mais importantes instituições federais no apoio e no desenvolvimento de novas tecnologias para as empresas nacionais e que deve se aprimorar ainda mais para atender às demandas que estão surgindo no Brasil e no exterior.

É necessário que essa autarquia tenha uma gestão dinâmica que revise alguns procedimentos na avaliação de regulação, acreditação e acompanhamento das atividades de mercado e que seja um grande fomentador do desenvolvimento do mercado nacional.

Fica mais uma vez a pergunta: Quais os “Pedidos não republicanos” feitos por Carlos Alexandre Da Costa, Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec) por trás dessa indicação? Com a palavra o seu padrinho!