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Vazamento de gás é responsável por estrondo no Noroeste

Na manhã desta quarta-feira (06), por volta das 09 horas, um apartamento explodiu na


Na manhã desta quarta-feira (06), por volta das 09 horas, um apartamento explodiu na quadra 510 da região Noroeste de Brasília. A causa da explosão ainda segue sendo investigada pela 2ª Delegacia de Polícia, mas moradores dos outros apartamentos relatam cheiro de gás forte desde a noite do dia anterior ao ocorrido. O acidente levou a uma vítima com 70% do corpo queimado em estado gravíssimo.

Segundo informações do Corpo Militar de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF), o incêndio ocorrido gerou uma nuvem de fumaça que podia ser observada ao longe durante boa parte da manhã. O fogo teria começado no primeiro andar e então se propagado ao segundo e terceiro, tendo, no momento da explosão, arremessado vidraças para a rua. Mais forças precisaram ser acionadas para controlar as chamas.

O centro da explosão foi no apartamento do homem mais gravemente ferido, Felipe Bento Nunes Gonçalves. Segundo relatos de vários moradores, o cheiro de gás vindo das imediações do apartamento dele estava forte desde o dia anterior, e chegaram a fechar o gás do prédio inteiro, na mesma manhã antes do acidente, para tentar impedir uma fatalidade. Segundo relatos, Felipe dormia no momento da explosão, sendo levado em estado grave ao Hospital Regional da Asa Norte.

A polícia civil segue no local fazendo a perícia.

O apartamento de Felipe era aberto para um vão no meio do prédio, como um poço de ventilação para o qual vários imóveis possuem abertura. A explosão afetou todos os imóveis que possuíam vista direta para o de Felipe, e também os que estavam do outro lado do corredor, o que acabou lançando as vidraças à rua, mesmo que esses últimos apartamentos não tenham sofrido com o incêndio.

A servidora pública Carla Morais, de 33 anos, disse que só não se feriu por um lance de sorte. “Eu tava sentada, e quando a porta veio [devido à pressão que a explosão causou] e a geladeira impediu dela vir até mim”, relatou. Residente do apartamento vizinho ao centro da explosão, disse que o impacto foi muito sentido pela estrutura de sua casa. “As portas voaram, o teto desabou, as janelas caíram. O impacto foi muito forte”. A servidora Pública, por alguns minutos, ficou sem reação, sem saber se o prédio desabava, se seria pega pelo incêndio se saísse ou ficasse no apartamento.

Marcos Fontanella, que mora no mesmo prédio, mas longe do centro da explosão, observou todo o desenrolar da situação de fora, saindo logo depois do ocorrido. Segundo afirma, os bombeiros levaram 20 minutos para chegar ao local, e, logo após resgatar Felipe e controlar o fogo, a atenção foi dada aos animais de estimação no prédio. “A maior preocupação era com os bichinhos. Alguns estavam perdidos pelo prédio, por fugirem devido ao barulho, e outros ainda estavam escondidos nos apartamentos”, relata. Todos os pets conseguiram ser resgatados pelo corpo de bombeiros.

Aos moradores, resta esperar que as coisas voltem ao normal. Ainda não há confirmação de que a estrutura não tenha sofrido avaria, e, para evitar que a chance de que novos acidentes ocorram, água e energia foram cortadas. Por pelo menos 3 dias, os residentes foram direcionados a procurar uma residência provisória, até que mais informações possam ser geradas pela perícia. A maioria procurará abrigo em hotéis.


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Fonte: JBR

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