Seja em um jantar rápido durante a semana ou naquele almoço de domingo caprichado, o macarrão é o protagonista absoluto das mesas brasileiras.
No entanto, diante de tantas prateleiras no supermercado, surge a dúvida: qual levar?
Entre a praticidade da tradicional, as promessas da integral e as necessidades da “glúten-free”, cada uma possui características que influenciam não só o sabor, mas também a sua saúde.
No Guia da Cozinha, descomplicamos essa escolha para você acertar no molho e no bem-estar!
1. Massa tradicional: A clássica de sêmola
Feita geralmente de farinha de trigo refinada (tipo 1) ou sêmola de trigo duro, a massa tradicional é a favorita pela textura al dente perfeita e pela cor clara.
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Vantagens: Possui um sabor neutro que combina com qualquer molho, desde o pesto leve até o bolonhesa encorpado. É a que cozinha mais rápido e mantém a estrutura com mais facilidade.
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Atenção: Por ser feita com grãos refinados, ela tem baixo teor de fibras e um índice glicêmico mais alto. Isso significa que a energia é liberada rapidamente no sangue, o que pode causar fome em pouco tempo.
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Dica do Guia: Ideal para quem busca prazer gastronômico clássico ou precisa de energia imediata para atividades físicas.
2. Massa integral: A aliada da saciedade
Diferente da tradicional, a massa integral é produzida com o grão do trigo inteiro, preservando o farelo e o germe. Isso faz dela uma potência nutricional.
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Vantagens: É rica em fibras, vitaminas do complexo B e minerais como magnésio. As fibras auxiliam no funcionamento do intestino e garantem uma saciedade prolongada, sendo a melhor escolha para dietas.
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O desafio: A textura é mais rústica e o sabor é mais marcante. Além disso, ela absorve mais molho e exige atenção redobrada ao tempo de cozimento para não amolecer demais.
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Dica do Guia: Combine com molhos de vegetais, cogumelos ou queijos fortes para equilibrar o sabor característico do grão.
3. Massa sem glúten: Para além da restrição
Antigamente restrita aos celíacos, a massa sem glúten hoje é feita de diversas bases: arroz, milho, quinoa, grão-de-bico ou até feijão.
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Vantagens: É a única opção segura para quem tem doença celíaca ou sensibilidade ao glúten. Versões feitas de leguminosas (como lentilha ou grão-de-bico) costumam ter ainda mais proteínas do que a massa de trigo.
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O desafio: Como não têm glúten (a proteína que dá elasticidade), essas massas podem quebrar ou ficar “grudentas”. A de arroz, por exemplo, exige cozimento em muita água e deve ser servida na hora.
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Dica do Guia: Se você quer uma refeição mais leve e de fácil digestão, as massas de milho e arroz são excelentes escolhas.
Como escolher de acordo com o seu objetivo
Para não errar na hora da compra, identifique qual é a sua prioridade hoje:
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Foco em emagrecimento: Vá de Massa integral. As fibras ajudam a controlar o apetite e evitam picos de insulina.
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Energia para treinar: A Massa tradicional é excelente no pré-treino por oferecer carboidratos de rápida absorção.
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Digestão leve: As massas sem glúten são menos pesadas para o estômago e evitam a sensação de estufamento.
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Aumento de proteínas: Escolha massas de leguminosas (grão-de-bico ou lentilha), que são ótimas para a recuperação muscular.
O segredo está no equilíbrio
Não existe uma massa “vilã”. O segredo para uma refeição equilibrada é o acompanhamento. Se optar pela massa tradicional, capriche nos vegetais e em uma proteína magra para equilibrar o prato.
Se escolher a integral, lembre-se de que o molho deve ser mais fluido para compensar a absorção da massa.
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