Bancas examinadoras têm até dia 13 para enviar propostas de organização de concurso para carreira de Desenvolvimento e Assistência Social do DF

As bancas interessadas em organizar o novo certame das Secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), da Mulher (SMDF) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) têm até o dia 13 de março para encaminhar as propostas. Segundo a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, o objetivo, caso os ritos ocorram normalmente, é ter a definição da banca examinadora ainda neste mês de março.

“Assim que conseguimos a autorização, montamos a comissão do concurso e todos já estão debruçados especificamente neste assunto. Então, acredito que tenhamos a definição da questão da banca ainda neste mês de março”, pontuou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, durante entrevista ao podcast do professor Rodrigo Francelino, nesta segunda-feira (2).

De acordo com a secretária, serão 1.197 vagas imediatas, sendo 634 para nível superior e 563 para nível médio. A gestora não deu detalhes sobre as formações de nível superior, embora tenha informado que serão 11 especialidades. Mas detalhou as vagas de nível médio: vão ser 398 cargos de técnico administrativo, 133 de agente social e 32 de cuidador social. No total, as 1.197 vagas serão distribuídas entre 529 para a Sedes, 368 para SMDF e 300 para a Sejus.

“Temos lutado para que o prazo da prova, em relação ao edital, seja ampliado para o candidato ter mais tempo para estudar”

Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social

Perguntada nas redes sociais sobre nomeação do concurso ainda em 2026, a gestora explicou a impossibilidade. “Para poder nomear servidores em 2026, o concurso precisa ser homologado até julho. Ainda que eu aperte todos os prazos, isso não é possível, até porque temos lutado para que o prazo da prova, em relação ao edital, seja ampliado para o candidato ter mais tempo para estudar. Ou seja, não teremos nomeação em 2026”, afirmou a secretária.

Ana Paula Marra também adiantou que serão 60 questões, sendo 20 de conhecimentos básicos a todos os cargos e 40 de conhecimentos específicos, que vão ter peso dobrado. “Vai haver redação para todos os cargos de nível médio e, no cargo de especialista, vai haver o estudo de caso, a depender da especialidade”, finalizou a gestora.

*Com informações da Sedes-DF
 

Agencia Brasília

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