O Centro Interescolar de Línguas (CIL) do Riacho Fundo II promoveu uma imersão na cultura hispânica, no início deste mês, com o Festival del Mundo Hispano. O evento pedagógico incluiu uma programação com musicais, danças típicas, oficinas temáticas, exposições, palestras com representações diplomáticas e diversas atividades desenvolvidas por estudantes e professores, além de praça de alimentação com comidas típicas.
Participaram do festival o assessor técnico do Escritório de Educação da Embaixada da Espanha, Pablo Tenés Brenot, e o encarregado de Assuntos Políticos, Imprensa e Meios de Comunicação da Embaixada do México, Raúl Mendonza Gallo. Eles palestraram sobre costumes, cultura, política, economia, esportes, turismo e outras curiosidades dos respectivos países de origem.
Alícia Gonçalves Moreira Alves, de 16 anos, participou da oficina “Pan de muerto para los vivos” e contou que sua opção pelo idioma tem raízes na infância, quando ela assistia a novelas e ouvia músicas de origem hispânica. “Eu gostei bastante, porque juntou vários costumes”, disse a jovem, que quer cursar uma faculdade na Espanha. “A gente vai se inteirando da cultura de outros países, e isso alimenta a curiosidade de buscar outras informações para aprender mais”.
Socialização
Alícia avaliou a socialização proporcionada pelo festival como benefício do estudo no centro de línguas. “Quando comecei a estudar espanhol, não falava com ninguém porque era muito tímida, mas, aos poucos, fui perdendo a timidez, conversando com professores, e hoje consigo conversar com todo mundo; então, o CIL me ajudou muito”, lembrou.
“Fazer um evento assim serve para mostrar a cultura dos países que falam aquele idioma que eles estão aprendendo e para eles verem que é possível acessar”
Hilandra de Souza, vice-diretora do CIL do Riacho Fundo II
Para a vice-diretora do CIL do Riacho Fundo II, Hiandra Pereira de Souza, a adesão dos alunos às atividades foi além das expectativas. “O número de inscritos em algumas oficinas superou o de vagas oferecidas, e foi necessário fazer remanejamento para outras”, relatou.
“Fazer um evento assim serve para mostrar a cultura dos países que falam aquele idioma que eles estão aprendendo e para eles verem que é possível acessar”, reforçou. “Hoje estão comendo o pan de los muertos aqui; pode ser que um dia estejam comendo no México. E o conhecimento pode motivar cada um a buscar, a correr atrás.”
*Com informações da Secretaria de Educação









