Ibaneis Rocha recebe atletas do LFA e reforça apoio a evento internacional de MMA em Brasília

Brasília volta a ocupar posição de destaque no cenário esportivo internacional com mais uma edição do Legacy Fighting Alliance (LFA), um dos principais eventos de artes marciais mistas do mundo. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, recebeu, nesta sexta-feira (23), atletas e representantes da organização no Palácio do Buriti, ocasião em que foi formalizado o convite para o evento, marcado para começar às 17h, no Ginásio Nilson Nelson.

O encontro contou com a presença do atleta de MMA Rogério Minotouro, do vice-presidente do LFA na América do Sul, Rafael Feijão, além de representantes da organização e do secretário de Esporte e Lazer do DF, Renato Junqueira. Durante a reunião, o governador também recebeu um kit institucional do evento, com camiseta e outros materiais.

Ibaneis Rocha se reuniu com atletas e representantes da Legacy Fighting Alliance (LFA), nesta sexta (23), no Palácio do Buriti | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília

Ao destacar a importância da competição para o Distrito Federal, Ibaneis Rocha convidou a população a prestigiar o evento. “Primeiro evento do ano, nós temos um LFA hoje, no Nilson Nelson. Certamente será um grande evento para a população do Distrito Federal. Estejam lá, compareçam a partir das 17h e não percam. É um esporte que tem crescido muito no Brasil e no mundo e que tem atraído multidões”, afirmou.

Segundo o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, o LFA abre o calendário esportivo de 2026 no DF e reflete o crescimento das artes marciais na capital. “A modalidade cresce muito aqui no Distrito Federal. A gente vê impacto nas academias cheias, vê a demanda aumentando nos centros olímpicos e, a cada evento, uma adesão maior da população”, explicou.

O chefe da pasta ressaltou que a organização de eventos desse porte vai além do entretenimento e gera oportunidades concretas para os brasilienses. “Nós queremos que os atletas do DF estejam no octógono, para que possam ser prospectados para novas lutas. O LFA é o maior prospector de atletas para o UFC. Um evento dessa magnitude em Brasília faz com que esses atletas possam mudar suas vidas e suas perspectivas”, destacou.

De acordo com Junqueira, cerca de 25 mil a 30 mil alunos participam atualmente de modalidades de artes marciais nos centros olímpicos do DF, além de projetos sociais e parcerias com academias privadas, fortalecendo a base esportiva da cidade.

Rafael Feijão, vice-presidente do LFA na América do Sul: “Desde o primeiro até este quarto evento, entendemos que houve uma crescente muito boa. Hoje, no card, temos seis atletas de Brasília e mais um que treina aqui”

Brasília no radar internacional do MMA

O vice-presidente do LFA na América do Sul, Rafael Feijão, comemorou o crescimento do evento em Brasília e a presença expressiva de atletas locais no card. “Desde o primeiro até este quarto evento, entendemos que houve uma crescente muito boa. Hoje, no card, temos seis atletas de Brasília e mais um que treina aqui. Isso mostra a força da cidade e nos deixa muito felizes”, afirmou.

O atleta Rogério Minotouro também destacou o papel do LFA como vitrine internacional e convidou o público a participar. “O card vai ser sensacional, com disputa de cinturão, padrão internacional. É um dos grandes eventos do Brasil. A entrada é gratuita, portão aberto, então convido todo mundo a prestigiar os lutadores locais e um grande evento de qualidade”, afirmou.

Rogério Minotouro, atleta: “Nem todo menino vai ser atleta profissional, mas o esporte agrega demais na vida deles. Ensina a ganhar, a perder, respeito, hierarquia e meritocracia”

Além da programação esportiva, Minotouro ressaltou as ações sociais realizadas em Brasília nos dias que antecedem o evento, com visitas a projetos e encontros com crianças e jovens. “A gente chegou no início da semana e já está fazendo ações de divulgação do LFA e do esporte, palestras com crianças. Está de parabéns o trabalho do governo com centenas de crianças de escolas e núcleos esportivos”, relatou.

Para o atleta, o contato direto com os ídolos amplia horizontes e reforça o papel transformador do esporte. “Nem todo menino vai ser atleta profissional, mas o esporte agrega demais na vida deles. Ensina a ganhar, a perder, respeito, hierarquia e meritocracia. Quando eles veem que a gente é uma pessoa comum, com duas pernas e dois braços, eles entendem que também podem chegar lá”, completou.

Agencia Brasília

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