Pesquisa em saúde do IgesDF tem como foco deste ano formação, inovação e fortalecimento

O ano de 2026 começa com perspectivas na inovação científica para a saúde pública do Distrito Federal. No Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), o período marca a consolidação de projetos estruturantes que integram tecnologia de ponta, ensino, pesquisa e cuidado humanizado. À frente dessas ações, a Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep) projeta um novo ciclo de expansão, com impacto direto na qualificação profissional, na segurança do paciente e na melhoria do acesso aos serviços de saúde.

Uma das metas deste ano é a capacitação do Hospital Regional de Santa Maria como unidade de ensino | Foto: Alberto Ruy/IgesDF

Entre as prioridades do planejamento estratégico deste ano está a capacitação de profissionais que atuam diretamente na assistência e a consolidação do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) como hospital de ensino. Esses avanços se apoiam em uma base educacional fortalecida ao longo do ano passado. “O relatório anual de 2025 revelou não apenas números expressivos, mas o fortalecimento de uma cultura institucional voltada ao aprendizado contínuo e à inovação”, destaca a titular da Diep, Emanuela Dourado.

O gerente de Gestão do Conhecimento, Marcos Eduardo Siqueira, lembra que o engajamento recorde registrado no último ano, com quase 29 mil participações em capacitações, criou as condições para que a educação institucional se consolide, em 2026, como uma ferramenta estratégica de alinhamento organizacional e valorização dos colaboradores. Por sua vez, a superintendente de Inovação, Ensino e Pesquisa, Raquel Fonseca, enfatiza: “As ações educativas foram orientadas por pilares como aprimoramento de competências, melhoria da qualidade dos serviços, engajamento dos colaboradores e alinhamento estratégico”.

Pesquisa e inovação

A pesquisa científica também ganha protagonismo neste novo ciclo. Em 2026, o IgesDF amplia sua atuação como polo de produção de conhecimento, com a implementação do Programa Institucional de Fomento à Publicação e a edição 2026/2027 do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic). A meta é superar as 155 publicações científicas alcançadas em 2025.

O impacto chega diretamente ao paciente por meio das pesquisas clínicas patrocinadas. No último ano, centenas de pessoas foram beneficiadas com tratamentos inovadores, especialmente nas áreas de oncologia e cardiologia. “Essa diversidade evidencia o alinhamento da pesquisa com as necessidades assistenciais prioritárias e com a incorporação responsável de tecnologias e terapias inovadoras”, avalia a gerente de Pesquisa, Ana Carolina Gomes Lagoa. Para ela, a certificação de novos grupos no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) reforça a institucionalização da pesquisa e amplia a visibilidade científica do IgesDF em nível nacional.

A modernização digital segue como eixo estratégico. A plataforma de Educação a Distância (EAD), que apresentou crescimento contínuo no número de usuários, será o motor para treinamentos rápidos e eficazes. “A plataforma foi fundamental para o desenvolvimento contínuo dos profissionais”, observa a gerente de Inovação em Saúde, Paloma de Medeiros. “Em 2025, houve crescimento progressivo no número de alunos cadastrados, o que demonstra maior adesão tecnológica ao aprendizado institucional.”

Redução de riscos

Na formação prática, o Centro de Simulação Realística permanece como ferramenta essencial para a redução de riscos hospitalares. De acordo com o gerente de Ensino, Paulo Estevão Ramos, o fortalecimento das preceptorias e a integração com estágios obrigatórios contribuem diretamente para a segurança do paciente e a qualificação das equipes.

“O estágio é fundamental para a consolidação de competências éticas, técnicas e humanizadas, indispensáveis à vida profissional”, pontua o gerente, para quem os programas de residência médica e multiprofissional são decisivos na garantia da atualização de protocolos clínicos e na capacidade de resposta das equipes assistenciais.

Para o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, a educação, a pesquisa e a inovação deixaram de ser ações complementares para se consolidarem como ferramentas estratégicas de gestão no instituto. “Ao investir na qualificação dos profissionais, na produção de conhecimento e na incorporação responsável de tecnologias, o IgesDF reafirma seu compromisso com uma saúde pública mais moderna, eficiente e segura para a população do Distrito Federal”, afirma.

 

*Com informações do IgesDF

Agencia Brasília

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