Depois de mais de uma década, o Centro Administrativo do Distrito Federal (CADF) finalmente vive a etapa que antecede sua ocupação. No Bloco L, onde funcionará a Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF), equipes trabalham para deixar o edifício em condições de receber servidores ainda neste mês. Também há obras em andamento no prédio que será ocupado pela Governadoria.
“É uma fase importante, porque marca a transição entre um edifício que permaneceu fechado por anos e um espaço pronto para cumprir sua função de atender à administração pública e à população”
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Valter Casimiro, secretário de Obras e Infraestrutura
No interior da estrutura, estão em andamento serviços de lógica e infraestrutura de rede, instalações elétricas, pintura, sistema de detecção e alarme contra incêndio, limpeza geral, limpeza dos dutos do sistema de ar-condicionado, manutenção e ajustes da climatização e dos elevadores, intervenções hidráulicas e testes das bombas de abastecimento de água.
Do lado de fora, os trabalhos incluem a impermeabilização das lajes, recuperação do paisagismo, limpeza das bocas de lobo, manutenção das redes e ramais de drenagem, transferência do estoque remanescente da obra para uma área adequada e limpeza geral do entorno.
“Estamos concluindo uma série de serviços técnicos indispensáveis para garantir que o prédio possa receber os servidores com segurança e pleno funcionamento”, afirma o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. “É uma fase importante, porque marca a transição entre um edifício que permaneceu fechado por anos e um espaço pronto para cumprir sua função de atender à administração pública e à população.”
Mobilidade urbana
A região onde está localizado o CADF já conta com infraestrutura viária planejada para atender ao funcionamento do complexo. Intervenções como o Túnel Rei Pelé e o Boulevard do Setor Central foram concebidas para facilitar os deslocamentos e ampliar a fluidez do trânsito. Além disso, o CADF está próximo à rodoviária e estação de metrô, oferecendo alternativas de transporte público para servidores e cidadãos.
“A ocupação do complexo também representa um ganho para a mobilidade urbana”, aponta Valter Casimiro. “Haverá redução dos deslocamentos em direção ao Plano Piloto, melhor aproveitamento do transporte público no contrafluxo e economia de recursos públicos com a diminuição dos gastos com aluguel de imóveis.”
*Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura









