Com instalação de câmeras em Água Quente, todas as regiões administrativas do DF passam a ser monitoradas

A Região Administrativa de Água Quente é a 35ª a receber o Programa de Videomonitoramento Urbano e Rural (PVU/PVR), da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), consolidando, assim, a presença da tecnologia em todas as regiões administrativas do Distrito Federal. Com a instalação das novas câmeras, o sistema passa a contar com 1.350 equipamentos distribuídos estrategicamente em todo o território do DF, fortalecendo o monitoramento integrado e ampliando a capacidade de prevenção e resposta das forças de segurança. A região recebeu a placa de monitoramento nesta sexta-feira (13).

Criado em 2013, o PVU/PVR é uma das principais estratégias estruturantes da SSP-DF para o fortalecimento da política de Segurança Integral. O programa tem como foco a construção de ambientes mais seguros, promovendo o exercício das liberdades individuais e coletivas, o controle de desordens e o fortalecimento da coesão social.

O monitoramento é realizado de forma integrada entre as forças de segurança e mais 31 órgãos, instituições e agências do governo local e federal, com objetivos que vão desde a prevenção de crimes e contravenções penais até o apoio a investigações, controle do tráfego urbano, atendimento a emergências e ações de defesa civil.

O monitoramento é realizado de forma integrada entre as forças de segurança e mais 31 órgãos, instituições e agências do governo local e federal | Foto: Divulgação/SSP-DF

Para o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, a extensão do sistema representa um avanço histórico na política de segurança do DF. “Com Água Quente integrada ao sistema, alcançamos um marco importante: todas as regiões administrativas do Distrito Federal passam a contar com videomonitoramento. O uso estratégico das imagens contribui para o encurtamento do tempo de investigação, para a responsabilização mais célere dos infratores e para um policiamento cada vez mais inteligente, preventivo e efetivo. É motivo de muito orgulho termos dobrado no número dessas câmeras em nossa gestão”, destaca.

A administradora de Água Quente, Lúcia Gomes, agradeceu a instalação dos equipamentos na região. “Quero agradecer ao Governo do Distrito Federal pelo compromisso com uma Água Quente mais segura. A instalação dessas câmeras representa um avanço significativo para o monitoramento e para a proteção da nossa população”.

A definição dos pontos de instalação segue critérios técnicos rigorosos. O principal parâmetro são os relatórios de análise produzidos pela Subsecretaria de Gestão da Informação (SGI), que identificam as chamadas “manchas criminais” — locais, dias e horários com maior incidência de ocorrências. Também são consideradas a relevância estratégica das áreas, a viabilidade técnica e as contribuições das autoridades policiais, como comandantes da Polícia Militar e delegados da Polícia Civil, além de demandas apresentadas pela comunidade, por meio dos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs).

“Quero agradecer ao Governo do Distrito Federal pelo compromisso com uma Água Quente mais segura. A instalação dessas câmeras representa um avanço significativo para o monitoramento e para a proteção da nossa população”

Lúcia Gomes, administradora de Água Quente

Segundo o subsecretário de Modernização Tecnológica, Gustavo Tarragô, a expansão do sistema reforça o compromisso com a inovação aplicada à segurança pública. “Este é um programa estruturado com base em inteligência de dados e integração tecnológica. As câmeras, de alta resolução e com transmissão em tempo real para o Centro Integrado de Operações de Brasília, permitem atuação mais rápida das forças de segurança, melhor direcionamento de recursos e apoio qualificado às investigações e aos serviços de emergência”, afirma.

As imagens captadas são transmitidas em tempo real para o Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) e distribuídas às centrais de monitoramento remoto instaladas em unidades da Polícia Militar. O sistema também auxilia a Polícia Civil e os órgãos do Judiciário na produção de provas e na elucidação de crimes, contribuindo para maior efetividade nas investigações.

Por questões de segurança, os pontos exatos de instalação não são divulgados. A ampliação do programa segue em andamento, com previsão de novas expansões, incluindo o reforço de áreas já monitoradas e a instalação de novos equipamentos. “Com a cobertura das 35 regiões administrativas, o Distrito Federal consolida um modelo de segurança pública baseado em tecnologia, integração institucional e planejamento orientado por dados, reafirmando o compromisso do Governo do Distrito Federal com a proteção da população e a modernização permanente das políticas de prevenção e enfrentamento à criminalidade”, conclui Avelar.

*Com informações da SSP-DF

Agencia Brasília

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