Preço dos alimentos: veja o que ficou mais caro e mais barato em 2026

Fazer compras no mercado tem sido um desafio neste primeiro semestre de 2026. O preço dos alimentos variou bastante nos últimos meses.

Algumas hortaliças pesaram mais no nosso bolso recentemente. Mas outras opções ficaram bem mais baratas nas prateleiras.

O IBGE divulgou os novos dados oficiais sobre a inflação do país. Apesar do cenário geral, a alimentação em casa teve uma boa queda em junho.

Por que algumas hortaliças ficaram tão caras?

As mudanças climáticas afetaram bastante a nossa produção de legumes. O calor excessivo prejudicou muito a colheita do pepino, por exemplo.

Já o excesso de chuvas causou doenças nas grandes plantações de cenoura. O amado tomate sofreu bastante com a queda de temperatura e a alta umidade.

Isso tudo causou fungos e diminuiu a quantidade de produtos bons disponíveis. Com menos alimentos no mercado, os preços sobem muito rapidamente para o consumidor.

Alimentos que ficaram mais caros no semestre

Alguns ingredientes básicos do nosso dia a dia sofreram grandes altas. O pepino lidera a lista com um aumento realmente impressionante.

Veja os principais vilões do seu orçamento doméstico hoje:

  • Pepino: aumento de 155,47%;

  • Cenoura: aumento de 103,14%;

  • Tomate: aumento de 82,41%;

  • Batata-inglesa: aumento de 82,11%;

  • Morango: aumento de 60,97%;

  • Cebola: aumento de 53,34%;

  • Feijão-carioca (rajado): aumento de 52,82%;

  • Repolho: aumento de 29,79%;

  • Açaí (emulsão): aumento de 27,64%;

  • Abobrinha: aumento de 23,46%.

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Alimentos que ficaram mais baratos para aproveitar

A boa notícia é que muitos produtos também tiveram queda de preço. Você pode aproveitar esses ingredientes para economizar muito nas suas receitas diárias.

As deliciosas frutas são os grandes destaques positivos desta nossa lista maravilhosa. Confira o que barateou nos primeiros meses deste ano para você aproveitar:

  • Abacate: queda de 41,3%;

  • Laranja-baía: queda de 32,81%;

  • Laranja-lima: queda de 23,36%;

  • Banana-maçã: queda de 18,9%;

  • Maracujá: queda de 12,93%;

  • Café moído: queda de 11,49%;

  • Maçã: queda de 11,03%;

  • Açúcar refinado: queda de 10,78%;

  • Limão: queda de 9,45%;

  • Óleo de soja: queda de 9,25%.

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